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Mercado imobiliário de Barueri entre os temas discutidos na Convenção Secovi 2021

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Alphaville, em Barueri: “Há pouca oferta de residencial vertical na região”, disse Marcs Mellão (Uelson Henkell/Giro S/A)

Realizada nos dias 23 e 24 de agosto, a “Convenção Secovi 2021 – O mercado imobiliário em debate”, organizada pelo Secovi-SP, reuniu empresários e profissionais do setor para debater a expansão do mercado imobiliário em São Paulo. Vice-presidente do Interior do Secovi-SP, Frederico Marcondes Cesar, iniciou o painel “Mercado comum imobiliário” mostrando as possibilidades de investimento nas cidades do interior do estado, tanto nas áreas de loteamentos quanto nos segmentos residencial e comercial. “Teremos um hiato na construção civil, em razão da baixa oferta de imóveis novos nessas cidades. Temos de olhar para este cenário como oportunidade para novos negócios, porque ele está bastante otimista”, enfatizou Cesar.

Barueri no centro das atenções
O presidente da Associação da Indústria Imobiliária em Alphaville, Tamboré e região (AIAT), Marcos Mellão, representante do Secovi-SP em Barueri e região, falou sobre a queda na mobilidade urbana durante a pandemia e o aumento do trabalho remoto. “As pessoas passaram a buscar mais espaço para atravessar esse período com qualidade. As empresas ainda não se decidiram pela retomada das atividades presenciais, e muitas já pensam em ter hubs regionais, a fim de aproximar o local de trabalho da residência”, destacou.

Mellão revelou que, atualmente, há pouca oferta de residencial vertical, nicho que apresenta estoques baixos na região, principalmente pela boa aceitação do produto no mercado. Os empreendimentos horizontais praticamente estão com estoques esgotados.

Panorama positivo
Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), destacou a importância da indústria imobiliária para a economia, para a geração de emprego e atendimento à demanda por habitação. “O mercado imobiliário paulistano, é maior da América Latina. Está lançando, em média, 30 empreendimentos por mês. O executivo também ressaltou que no primeiro semestre deste ano, os lançamentos imobiliários cresceram 57,2%, em média.

“Não existe um sistema de habitação mais saudável que o brasileiro. Porque já passamos por diversas crises e a inadimplência do crédito imobiliário nunca passou de 2%. O brasileiro preza muito o imóvel. Ele deixa de pagar outras coisas, mas não deixa de pagar a prestação da casa”, destacou Petrucci. 

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