O recém-lançado livro “Nem home nem office” (editora Gente), escrito por Tiago Alves, CEO da filial do grupo Regus no Brasil, empresa de coworking com 3.500 centros espalhados pelo mundo, sendo 71 no País, afirma que milhares de empresas não precisarão mais manter seus tradicionais escritórios num futuro próximo, no entanto, a necessidade de conexão entre as pessoas permanecerá.
Processos que já estavam em andamento no mercado de trabalho foram amplamente acelerados pela pandemia da covid-19 e impactaram diretamente o dia a dia de pequenas, médias e grandes empresas. O modelo de agrupar dezenas de profissionais em um mesmo local, em determinados horários e dias da semana perdeu força com o movimento do trabalho híbrido, que veio para ficar. É o que explica Marcelo Borborema, CEO Regus franquia Osasco. “Com funcionários produzindo diretamente de suas casas, muitas empresas perceberam que não é preciso ter estrutura física para manter a operação. Por outro lado, ainda necessitam reunir a equipe ou mesmo seus clientes”, ressalta Borborema.
Espaços flexíveis: vantagens sem limites
Diante desse cenário e de olho na constante redução de custos, o coworking tem se mostrado vantajoso para milhares de negócios. Na Regus Osasco, por exemplo, há espaços de trabalho totalmente equipados com toda a infraestrutura necessária para o funcionamento de uma empresa, desde o mobiliário até o Wi-Fi de alta velocidade, recepção com controle de comunicação e correspondências.
“Hoje, nossos clientes têm à disposição desde o escritório virtual, a partir de R$ 300, até o que chamamos de uma posição, que corresponde a um espaço com mesa, cadeira e sala de reuniões, a partir de R$ 1.100. Além disso, o cliente Regus pode usar qualquer uma das unidades espalhadas no Brasil e no mundo”, revela o executivo.
Apesar de ser abrangente, hoje, nos escritórios de coworking da Regus ou da concorrente WeWork, que possui unidades em Alphaville e Osasco, grande parte dos clientes atuam nas áreas de serviços, setor jurídico, tecnologia da informação e área administrativa.
Ao analisar todos esses tópicos, é possível concluir que a obra não deseja entregar respostas precipitadas, mas ajudar na compreensão do o tsunami que arrebatou a sociedade, os impactos nos negócios, bem como as estratégias de crescimento em um modelo de trabalho em completa ebulição. Leitura indispensável para quem está em busca de um novo olhar sobre as relações de trabalho.










