Durante as investigações, policiais cumpriram mandados de prisões e de busca e apreensão nas cidades de Barueri e Santana de Parnaíba. Grupo teria movimentado cerca de R$ 10 milhões
A Justiça condenou, pelos crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, dois homens apontados como líderes de quadrilha. O grupo teria movimentado cerca de R$ 10 milhões roubados de idosos no interior paulista, em 2020, durante a pandemia de covid-19. Integrantes do bando se passavam por atendentes bancários e aplicavam golpes por telefone. A informação foi publicada no Portal G1.
O caso foi investigado pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), que desarticulou a organização criminosa conhecida como “gangue do motoboy”, em fevereiro de 2021. Na época, foram realizadas 12 prisões e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em Barueri, Santana de Parnaíba, Bragança Paulista, Praia Grande e São Paulo.
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Segundo a polícia, a investigação levou cerca de seis meses. Os criminosos ligavam para a vítima e afirmavam que o cartão do banco havia sido clonado. Na sequência, eles enviavam falso funcionário do banco para buscar o cartão que supostamente teria sido bloqueado. Em posse da senha e do cartão, a quadrilha realizava saques e compras.
Na decisão, a juíza Daniella Camberlingo Querobim, da 3ª Vara Criminal de Sorocaba, determinou que parte dos R$ 384 mil apreendidos na casa de um suposto líder do grupo seja usado para ressarcir as vítimas e encaminhada para um fundo do estado de São Paulo.
O homem suspeito de ser o motoboy do grupo foi sentenciado a quatro anos de detenção. Ele e os dois apontados por chefiarem o esquema permanecem presos. A Justiça negou os pedidos de liberdade. O caso segue sob investigação. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pelas autoridades policiais.
*Com informações do Portal G1.com.






