De janeiro a setembro deste ano, as cidades da região anotaram 76 casos de caxumba. O maior número foi registrado em Barueri (39); na sequência aparece Osasco (33) e Cotia, com quatro surtos, quando há mais de duas pessoas no mesmo ambiente com a doença. De acordo com o clínico e infectologista da Unifesp, Paulo Olzon, as ocorrências da doença têm aumentado nos últimos meses. “Isso porque a vacina MMR, que é para sarampo, rubéola e caxumba, não tem poder tão grande de imunização para a doença. Por ser de transição respiratória, a caxumba é muito fácil de passar de uma pessoa para outra”, explicou.
Segundo o infectologista, a doença costuma durar uma semana e pode ter complicações, raras, como meningite, atingir o pâncreas, provocar inflamação nos testículos e ovários. “A forma de prevenir é a vacina. Não existe nada específico contra o vírus”, comentou. As vacinas podem ser encontradas nas Unidades Básicas de Saúde. As Prefeituras de Itapevi e Santana de Parnaíba não retornaram até o fechamento da edição.






