Promotoria de Justiça de Carapicuíba conseguiu a condenação de cinco homens e uma mulher que burlavam sinais de TV por assinatura e vendiam o serviço de maneira irregular no município
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) condenou na terça-feira (8), integrantes de uma quadrilha formada por cinco homens e uma mulher que vendiam TV por assinatura clandestina em Carapicuíba. Somadas, as penas do grupo ultrapassam 37 anos de prisão.
A sentença foi deferida pela Promotoria de Justiça de Carapicuíba. A deliberação abrange crimes de associação criminosa e violação de direito autoral. Os criminosos, que não tiveram a identidade revelada pelas autoridades, foram descobertos por meio de investigação conjunta entre a Polícia Civil e o órgão de Justiça, realizada na última terça-feira (1º).
Na operação, foi encontrada em 110 endereços da cidade que recebiam as frequências de TV. A falsa operadora comercializava, de forma ilegal, pacotes com dezenas de canais presentes em grandes operadoras como Claro e Vivo. O nome da empresa que realizava a distribuição do sinal de televisão não foi divulgado.
“Eles criaram um nome empresarial clandestino, chegando a disponibilizar aos instaladores dos aparelhos uniformes com logomarca própria. Os réus montaram uma central de distribuição e, a partir daquele ponto, passaram a lançar nos postes cabos coaxiais para a distribuição de sinal em diversos pontos de Carapicuíba. A propaganda do negócio clandestino acontecia por meio de folders lançados nas residências das localidades onde já havia o cabeamento irregular”, afirmou o MPSP.






