Com a briga para compor as comissão, a pauta da sessão desta terça-feira não tinha projetos a serem votados.
Segundo o vereador Rafa Gente da Gente (DEM) o partido ingressou com o recurso pois não concorda com a forma com as escolhas aconteceram. “Esse é um direito do nosso partido. A escolha não aconteceu da forma adequada e não houve diálogo”, explica.
Outro que criticou o Projeto de Resolução foi o vereador Carlinhos do Açougue (DEM) que afirma que a medida não poderia ser feita pela comissão. “Esse projeto tem que ser assinado pela mesa diretora e não pela comissão que não é reconhecida e assinada por dois integrantes da comissão”, ponderou.
Já o vereador Kascata (PSB) revela que a escolha de Toninho Furlan foi imposta. “Houve um empate entre o vereador Rafa e o Toninho. Sugerimos um sorteio. Mas o Toninho disse que tinha o voto do vereador Reinaldo, e assim, ele ficou com a presidência, ou seja, algo imposto a qualquer custo”, garante.
Por outro lado, o vereador Toninho Furlan (PSDB) disse que não tem desejo pelo poder e que a eleição respeitou o regimento da Casa. “A eleição seguiu os trâmites legais. Acredito que se o vereador Rafa tivesse sido eleito eles não estariam questionando, mas, se for preciso e para ajudar o governo, posso deixar a comissão”, finaliza.






