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Aluguel: m² passa de R$ 68 em Barueri, o mais caro entre cidades avaliadas

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A porcentagem em junho foi maior em comparação ao mês anterior (Divulgação/Freepik)

Segundo o Índice FipeZAP+, o preço médio de locação de apartamentos prontos em Barueri foi de R$ 68,30 o m² no mês de junho. Ou seja, o aluguel de um imóvel com 50 m² custa, em média, quase R$ 3,4 mil no município. O valor é o mais caro entre entre os 36 municípios avaliados pelo levantamento.

Em comparação ao mês anterior, a variação mensal de aluguel na cidade foi menor. Em junho, foi registrado +0,51% de incremento nos preços médios de locação. Já em maio, +0,59%.

Já a capital paulista ficou em 2º lugar, com o valor médio de aluguel de apartamentos valendo R$ 61,32 o m². o aluguel de um imóvel com 50 m² custa, em média, quase R$ 3 mil em São Paulo.

Já em comparação ao mês anterior, a variação mensal de aluguel na cidade foi menor. Em junho, foi registrado +0,60% de incremento nos preços médios de locação. Já em maio, +0,84%.

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O bairro de Alphaville é destaque na locação de imóveis em Barueri (Uelson Henkell/Giro S/A)

Aluguel: rental yeld

A razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com o aluguel residencial. Em junho, o retorno médio do aluguel residencial em Barueri foi avaliado em 7,23% ao ano.

A taxa anualizada no município foi maior que o valor geral do Índice FipeZap, de 5,93% ao ano. No Estado de São Paulo, Barueri ficou atrás de Santos (8,72%), Praia Grande (8,06%) e Ribeirão Preto (7,34%).

Já a rental yeld na capital paulista foi de 6,31%.

Dados gerais

Com base no comportamento dos preços de locação residencial em 36 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou alta de 0,51% no aluguel residencial em junho, resultado que representou uma nova rodada de desaceleração dos preços, após as altas apuradas em abril (+1,15%) e maio (+0,59%).

Entre os tipos de imóveis analisados, unidades de três dormitórios apresentaram uma alta relativamente mais acentuada (+0,69%), contrastando com unidades de dois dormitórios, que contaram com um incremento médio de 0,33% nos preços no período mais recente. Com respeito a outros índices e preços, o IPCA/IBGE exibiu uma inflação ao consumidor de 0,24% e o IGP-M/FGV, um recuo médio de 1,67% nos preços da economia brasileira.

Entre as 36 cidades monitoradas, 27 apresentaram aumento nos preços de locação, incluindo 16 das 22 capitais que integram essa lista, quais sejam: Cuiabá (+1,47%); Goiânia (+1,42%); Recife (+1,30%); Belém (+1,29%); Belo Horizonte (+1,06%); Fortaleza (+1,02%); Curitiba (+0,86%); São Luís (+0,78%); São Paulo (+0,60%); Rio de Janeiro (+0,57%); Campo Grande (+0,42%); Florianópolis (+0,34%); Porto Alegre (+0,16%); Teresina (+0,12%); Manaus (+0,05%) e João Pessoa (+0,04%). Diferentemente, houve retração mensal nos preços de locação residencial nas seguintes capitais: Salvador (–0,82%); Aracaju (–0,76%);Natal (–0,37%); Vitória (–0,17%);Maceió (–0,12%); e Brasília (–0,09%).

No balanço parcial de 2025, considerando o 1º semestre, o Índice FipeZAP de Locação Residencial acumulou uma alta de 5,66%, mantendo-se acima das variações exibidas pelo IPCA/IBGE (+2,99%) e pelo IGP-M/FGV (-0,94%). Em termos de abrangência, os aumentos ocorreram em 34 das 35 localidades, incluindo 21 das 22 capitais já mencionadas, como São Paulo (+5,85%).

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