No próximo domingo (16), a partir da zero hora, começa o horário de verão, quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora em boa parte dos estados brasileiros, incluindo São Paulo. A iniciativa, que vai até 19 de fevereiro de 2017, e busca economia de energia, aproveitando o maior tempo de incidência da luz do sol, implica em dormir e acordar uma hora mais cedo.
Segundo a especialista do Instituto do Sono de São Paulo, Luciana Palombini, a mudança de horário pode à resistência para acordar pela manhã e dormir a noite, na hora desejada. “O nosso relógio biológico, em geral, tem mais dificuldade em acordar mais cedo, do que mais tarde. Com isto o indivíduo pode vir a ter um sono mais curto, com consequentes queixas de cansaço, sonolência, irritabilidade, dificuldade de concentração e memória durante o dia”, explicou.
A orientação é diminuir atividades estimulantes, de 30 a 40 minutos antes de dormir, como desligar computador e televisão, por exemplo. Pela manhã, o cérebro precisa de luz, alimentação e interação. “Abrir a cortina e ficar exposto ao sol pode auxiliar”, ressaltou Luciana. De acordo com ela, o tempo de adaptação varia de pessoa para pessoa, mas em geral, dura, no máximo, uma semana.






