Segundo o IBGE, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos na capital paulista alcançou R$ 5.491, registrando crescimento de 2,9% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados na sexta-feira (15), fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD).
Já a taxa de desocupação na cidade de São Paulo caiu para 5,4%, menor índice já registrado na série histórica, apurada desde 2012. O resultado representa uma queda significativa em relação aos 6,9% do mesmo período do ano passado, além de melhora em relação aos 5,8% registrados no 1º trimestre deste ano.
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O rendimento real mensal habitual no País foi de R$ 3.477. Houve elevação nas duas comparações: frente ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.440) e ante o mesmo trimestre de 2024 (R$ 3.367).
Na comparação trimestral, o Sudeste (R$ 3.914) foi a única região com alta estatisticamente significante de rendimento. Nas três demais, houve estabilidade. Em relação ao 2º trimestre de 2024, o rendimento cresceu no Sudeste e no Sul (R$ 3.880), com estabilidade nas demais regiões.

Desocupação na capital paulista
O número de pessoas de 14 anos ou mais ocupadas na cidade de São Paulo no 2º trimestre de 2025 foi estimado em 6.560.000. O contingente caiu para 371 mil, o menor da série histórica.
A taxa de desocupação na cidade de São Paulo foi de 4,7% para os homens paulistanos e 6,1% para as mulheres no período. Por cor ou raça, essa taxa ficou abaixo da média municipal para os brancos (4,8%) e acima para os pretos (7,3%) e pardos (5,7%).
* Dados como taxa de informalidade e percentual de trabalhadores com carteira assinada não foram disponibilizados a nível municipal.
Confira a taxa de desocupação por UF (%) – 1º e 2° trimestre de 2025
| UF | 1T 2025 | 2T 2025 |
|---|---|---|
| Pernambuco | 11,6 | 10,4 |
| Distrito Federal | 9,2 | 8,7 |
| Sergipe | 9,3 | 8,1 |
| Acre | 8,2 | 7,3 |
| Roraima | 7,5 | 5,9 |
| Tocantins | 6,4 | 5,3 |
| Paraná | 4,0 | 3,8 |
| Mato Grosso | 3,5 | 2,8 |
| Rondônia | 3,1 | 2,3 |
| Santa Catarina | 3,0 | 2,2 |
| Goiás | 5,3 | 4,4 |
| Espírito Santo | 4,0 | 3,1 |
| Rio Grande do Sul | 5,3 | 4,3 |
| Mato Grosso do Sul | 4,0 | 2,9 |
| Brasil | 7,0 | 5,8 |
| São Paulo | 6,3 | 5,1 |
| Rio de Janeiro | 9,3 | 8,1 |
| Ceará | 8,0 | 6,6 |
| Maranhão | 8,1 | 6,6 |
| Alagoas | 9,0 | 7,5 |
| Amapá | 8,6 | 6,9 |
| Piauí | 10,2 | 8,5 |
| Paraíba | 8,7 | 7,0 |
| Minas Gerais | 5,7 | 4,0 |
| Pará | 8,7 | 6,9 |
| Bahia | 11,1 | 9,1 |
| Amazonas | 10,0 | 7,7 |
| Rio Grande do Norte | 9,9 | 7,5 |
Fonte: IBGE
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