Com a proximidade do final do ano começa a preocupação com os reajustes de uniformes escolares. Segundo as confecções consultadas pela reportagem do Giro S/A, a estimativa é que os reajustes fiquem na média de 3%, que é o patamar divulgado pelo Banco Central, na segunda-feira (16).
De acordo com o diretor Guilherme Antiório, do Colégio Padre Anchieta em Osasco, o reajuste dos uniformes varia de acordo com as matérias primas (moleton, microfibra, elanca e algodão) e do dissídio das costureiras. “A previsão de reajuste era de 10%, mas vamos brigar para que não ultrapasse o índice da inflação”, ressalta.
Para a empresária Tânia Midori Sato Uruga, diretora do One Off Confecção, o reajuste deve seguir a inflação, porém ela acredita que a porcentagem deve ser maior. “Estamos avaliando um repasse de reajuste com um teto de 5,5% da matéria prima que utilizamos”, destaca.
A expectativa de reajuste pode ser ainda menor que a inflação, acredita Ana Vilma Burlim, da Maram Confecções. “Nós utilizamos matéria prima nacional de produtos como tactel, poliéster, algodão, poliamida, elastano e o reajuste deve ficar em 2%”.






