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Paternidade: mutirão para reconhecimento será em 16/8; veja como participar

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O interessado precisa se inscrever (Divulgação/Defensoria SP)

A Defensoria Pública de São Paulo promove no dia 16 de agosto, na capital paulista, mais uma edição do mutirão “Meu pai tem nome”. A ação é voltada para casos de investigação e reconhecimento voluntário de paternidade. As inscrições vão até o dia 13 de agosto.

A iniciativa, promovida pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege), oferece, em um único dia, exames de DNA gratuitos, orientação jurídica e encaminhamentos para conciliação e reconhecimento extrajudicial de paternidade.

O objetivo é proporcionar um ambiente acolhedor e eficiente para que famílias possam resolver a situação de forma rápida e segura. No dia, não será realizada avaliação financeira dos participantes; essa análise só será necessária caso haja a necessidade de ajuizamento de ação judicial para o reconhecimento de paternidade.

O interessado deve se inscrever pelo site (clique aqui).

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A meta é proporcionar um ambiente acolhedor e eficiente para que famílias possam resolver a situação de forma rápida e segura (Divulgação/Pexels)

Mutirão de paternidade: como participar

Este ano, o mutirão ocorre em mais de 50 unidades da Defensoria espalhadas pela capital, região metropolitana, litoral e interior do estado de São Paulo. Das 15 cidades cobertas pelo Jornal Giro, quatro possuem unidades: São Paulo (4), Itapevi, Carapicuíba e Osasco.

Confira os endereços:

Osasco – avenida dos Autonomistas, 3.094, Centro.

Itapevi – rua Leopoldina de Camargo, 200, Centro.

Carapicuíba – avenida Celeste, 58, Centro.

São Paulo – quatro endereços

  • Rua Boa Vista, 150, Centro
  • Rua Sábbado D’Ângelo, 2.040, Itaquera
  • Rua Maria Cândida, 1.350, Vila Guilherme
  • Rua Américo Brasiliense, 2.139, Chácara Santo Antônio

Registros de paternidade no Brasil

O reconhecimento de paternidade é um passo essencial para assegurar direitos básicos das crianças, como acesso à herança, benefícios previdenciários e, principalmente, o direito à identidade e ao vínculo familiar. No entanto, os dados ainda revelam um cenário preocupante.

Segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), em 2024, 158.931 crianças foram registradas no Brasil sem o nome do pai na certidão de nascimento. No Estado de São Paulo, esse número chegou a 27.384 crianças.

Serviço

Mutirão “Meu Pai Tem Nome” – investigação e reconhecimento de paternidade

Data: 16 de agosto (sábado).
Horário: 9h às 13h.
Local: Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) – avenida Sargento Mário Kozel Filho, São Paulo (entrada pelo estacionamento)

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