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Mercado Livre, com sede em Osasco, investirá R$ 17 bilhões no Brasil em 2022

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Imagem panorâmica da seda da empresa, em Osasco (Divulgação/Mercado Livre)

Enquanto o mundo segue impactado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, a continuidade da pandemia da covid-19 e a alta dos juros e inflação crescente, o Mercado Livre mantém seu ambicioso plano de expansão no mercado brasileiro. Apesar dessas questões, uma das maiores empresas de comércio eletrônico do Brasil investirá pesado no País em 2022 – cerca de R$ 17 bilhões. Apenas a título de referência para comprovar o crescimento sem precedentes, há cinco anos, o investimento beirava R$ 1 bilhão por ano. O Marcos Galperin, fundador e presidente do Mercado Livre estampa a capa da última edição da revista de negócios “Exame”.

De acordo com a reportagem de “Exame”, o e-commerce pode chegar a 500 bilhões de reais e 2025 e nenhuma empresa investe tanto quanto o Mercado Livre. A companhia com sede na cidade de Osasco está ampliando sua rede logística, com quatro novos centros de distribuição (CDs) no Brasil: dois em Barueri (SP), um em Araçariguama (SP) e outro no bairro de Perus, região norte de São Paulo. A inauguração dos novos CDs aumentará a infraestrutura logística para mais de 1 milhão de pacotes a capacidade de transação diária do Mercado Livre. E gerará mais de sete mil vagas de empregos diretos (quando operados em suas capacidades máximas).

O Mercado Livre também passou a oferecer a seus vendedores e clientes a opção de investir em criptomoedas. Resultado: em poucas semanas a empresa já tem 1 milhão de investidores nesse nicho de mercado. Na outra ponta, há 300 milhões de latino-americanos que ainda não têm conta em banco, grande oportunidade para a companhia nos próximos anos.

Atualmente, a empresa realiza envios de produtos em que é responsável por todo o processo logístico no mesmo dia para 50 cidades (cujos CEPs cobrem 20% das vendas), em até 1 dia para 2,1 mil cidades (alcançando 75% das entregas) e em até 2 dias para 4,7 mil cidades do Brasil (cobrindo 90% das entregas).

Receita em alta
Nas últimas informações sobre faturamento divulgadas pelo Mercado Livre, e divulgadas pelo Giro S/A, a
 receita líquida da gigante do e-commerce, nos últimos três meses do ano passado, foi de US$ 2,1 bilhões, alta de 73,9%, em comparação ao mesmo período de 2020. Já o volume de vendas na plataforma alcançou US$ 8 bilhões, alta de 32,2% na comparação anual. O Mercado Pago processou US$ 24,2 bilhões, crescimento de 72,8%.

A base de usuários únicos ativos durante o trimestre aumentou 11,1% em comparação com o mesmo período de 2020, atingindo 82,2 milhões. Foram vendidos 287,9 milhões de itens, o que significa um crescimento ano a ano de 25,5% na América Latina. 

“O ano passado nos trouxe desafios, mas muitas oportunidades também. A partir da dedicação das equipes e foco nos nossos objetivos estratégicos, superamos as principais restrições impostas pela pandemia e as mudanças do cenário macroeconômico, em um ambiente altamente competitivo. Além de celebrar um ano de resultados recordes, com crescimento forte, melhores margens e resultado operacional, o investimento em tecnologia nos permitiu manter um ecossistema confiável e ágil, conectando mais pessoas e impactando positivamente nossos mais de 76 milhões de usuários”, afirma Stelleo Tolda, co-fundador e presidente de Commerce do Mercado Livre.

*Com informações da revista “Exame”.

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