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Justica determina intervenção no Unifieo por má gestão

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Centro Universitário foi tradição no ensino susperior na região oeste (Foto: Divulgação/Fieo)

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, nesta quinta-feira (13), a intervenção judicial na Fundação Instituto de Ensino para Osasco (Fieo), mantenedora do Centro Universitário Fieo e o afastamento do fundador, Luiz Fernando da Costa e Silva e do ex-reitor Edmo Menini da diretoria executiva. 

A ação civil pública foi protocolada pelo promotor Gustavo Albano do Ministério Público de São Paulo em Osasco após investigações que apontaram má gestão da direção da fundação. 

Na decisão, o juiz determinou que “julgo parcialmente procedente o pedido (do MPSP), confirmando a decisão liminar, para decretar a intervenção judicial na Fieo, com afastamento definitivo de Luiz Fernando Costa e Silva e Edmo Alves Menini da Diretoria Executiva, a fim de que, transitada em julgado esta sentença, seja realizada auditoria nas contas e na gestão da entidade desde 2010 até o atual momento para avaliar a higidez financeira da entidade e constatar a extensão da gestão temerária ou irresponsável por parte de seus dirigentes”, despachou o magistrado. 

O juiz enfatiza que a “intervenção se dará pelo tempo estritamente necessário à realização da auditoria”. Procurada a nova gestão da Fieo por meio da diretora administrativa ressalta que a intervenção não interfere na administração. “Vimos a público informar que a intervenção aludida não se dará sobre a administração da Fieo, mas unicamente na sua área técnica para poder haver uma perícia sem qualquer ingerência na atual diretoria”, diz em nota a Fieo. 

A crise da primeira faculdade de Osasco  
Os imóveis da instituição estão bloqueados pelas Justiças Comum e do Trabalho devido a diversas ações judiciais. O Ministério Público de SP (MPSP) pediu em 2017 o afastamento da direção dos reitores da faculdade. Desde de 2016, a instituição passa por uma crise financeira além de outras dívidas. Diante do não pagamento dos salários, mais de 100 professores entraram em greve e foram demitidos e reconduzidos ao cargo depois de decisão judicial e em 30 de junho de 2017 demitidos novamente.

O prédio Wilson da entidade foi arrematado em leilão. 

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