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GIRO NAS ELEIÇÕES: Simony dos Anjos (Psol)

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Simony dos Anjos tem 34 anos, é casada e filiada ao PSOL. É cientista social formada pela Unifesp, Mestre em Educação e Doutoranda em Antropologia, pela USP. Integra os movimentos “Evangélicas pela Igualdade de Gênero” e “Rede de Mulheres Negras Evangélicas”. Concorre à prefeitura de Osasco, maior colégio eleitoral da região oeste entre as 11 cidades que fazem parte do Cioeste, que tem 567.361 eleitores aptos a votar.

A seguir, acompanhe alguns trechos da entrevista.

TERCEIRIZAÇÃO

“Uma das maiores demandas está no que eu chamo de crise dos serviços públicos: não é apenas reclamar da saúde, da educação, da habitação, do trânsito ou do transporte. Nós atribuímos isso à terceirização desses serviços. Conforme os serviços foram sendo terceirizados, fiscalização e auditoria não têm sido feitas a contento pela gestão do atual prefeito. A terceirização tem precarizado os serviços públicos. Há uma ONG chamada “Planeta Educação” que custa R$ 66 mi por ano à prefeitura, e esse valor não é revertido para todas as crianças. Temos a terceirização da saúde. No meio da pandemia, o Instituto Esperança e Vida teve o contrato de R$ 23 mi rompido, e isso deixou Unidades Básicas de Saúde sem servidores para atender à população”.

SERVIDORES PÚBLICOS

“A Prefeitura de Osasco, também por causa de gestões anteriores, responde a um termo de ajuste de conduta porque contratou, de forma terceirizada ou comissionada, muito mais funcionários do que o serviço público poderia contratar. Vamos investir em concurso público para estar de acordo com a lei, pois a atual gestão tem um número enorme de comissionados, inclusive já questionamos quantos são os comissionados e o que eles fazem na Prefeitura de Osasco, e não obtivemos resposta – não está no Portal da Transparência esse número”.

ESTADO LAICO

“Sou defensora irrestrita do estado laico, inclusive eu me reivindico evangélica para as pessoas entenderem que quem é religioso pode e deve fazer política laica. Então, uma coisa é a Simony ter uma religião; outra coisa é a Simony assumir a gestão de Osasco. A Simony deve gerir a cidade para o povo e pelo povo. O estado laico não deve se pautar por nenhuma religião, diferentemente do que o atual prefeito fez quando chamou um dia de oração para os cristãos pelos covid-19. Isso não é papel do gestor. Seu papel deve ser fazer políticas públicas para combater a covid, e não chamar oração”. 

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