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Gasolina, diesel e gás de cozinha ficam mais caros a partir desta sexta (11), anuncia Petrobras

Disparada nos preços teve influência da guerra entre Rússia e Ucrânia. Gasolina será reajustada em 18,8%; gás de cozinha em 16,1% e diesel em 24,9%
Agora é esperar quanto será repassado para o bolso do consumidor (Divulgação/Freepik)

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (10), reajustes de preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (11). O preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro. O repasse para o consumidor final ainda não está definido se haverá e quando irá ocorrer, já que depende de cada revendedor.

“Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,44 por litro”, informou comunicado da empresa.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro”, diz, ainda, a nota.

Gás

Para o GLP (gás liquefeito de petróleo), de acordo com a empresa, o último ajuste de preços vigorou em 9 de outubro de 2021. A partir desta sexta-feira (11), o preço médio de venda do GLP da Petrobras, para as distribuidoras, subirá de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg, o que representa reajuste médio de R$ 0,62 por kg. Segundo a companhia, esse movimento da Petrobras vai no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda.

Apesar da disparada dos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo, como decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Petrobras decidiu não repassar a volatilidade do mercado de imediato, fazendo monitoramento diário dos preços de petróleo.

*Com informações da Agência Brasil.