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VÍDEO: veja como funcionam os testes de segurança da Fiat no novo Safety Center

Durante a inauguração, acompanhamos um crash test com a picape Toro. Veja como ela se saiu No projeto de desenvolvimento de um veículo, um dos quesitos estudados é a sua segurança. A chamada ativa se refere a todos os itens que evitam uma colisão, como freios ABS e sistemas de tração e estabilidade, entre outros. Já a segurança passiva é aquela que minimiza os danos após uma batida, como air bags, cintos de segurança, apoios de cabeça e também os pontos de deformação da carroceria. Como todas montadoras no Brasil têm origem estrangeira (as matrizes estão nos EUA, Europa ou Ásia), a maioria não conta com centros de segurança por aqui. A Fiat Chrysler Automóveis (FCA), por sua vez, acaba de inaugurar seu Safety Center na planta de Betim (MG), que faz parte do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento Giovanni Agnelli. Com investimento de R$ 40 milhões, possui mais de 50 engenheiros envolvidos. O espaço com pista de 130 metros está apto para realizar testes de impacto (ou crash tests) a até 100 km/h, que avaliam a estrutura do automóvel, a calibração dos airbags e os sistemas de retenção dos ocupantes. A reportagem do Giro S/A esteve na inauguração e presenciou um crash test de uma picape Fiat Toro, que bateu de frente contra uma barreira fixa a 48,5 km/h. É possível variar os tipos de impacto: frontal, posterior e lateral contra barreiras rígidas e postes, com provas de padrão internacional. Esses testes feitos aqui aceleram o processo de homologação do veículo quando ele é projetado. Com o impacto, o que se vê é que a picape Toro utilizada absorveu muito bem o choque e preservou boa parte de sua carroceria, preservando os bonecos (dummies, repletos de sensores) utilizados no interior do veículo, que representam seus ocupantes. Após esse crash test, os engenheiros avaliam todos os danos com o impacto e as condições dos dummies, tudo de forma a buscar melhores soluções pela segurança.