Os resultados partem de pesquisas sobre o tratamento do câncer e artrite que o grupo já vem realizando.
A descoberta foi divulgada em um artigo publicado no portal cientifico Preprints.
Liderados pelo professor de Biologia da Universidade de Lethbrigde Igor Kovalchuk, o estudo foi baseado em extratos da erva com efeitos sobre proteínas ACE2 e TMPRSS2. Elas se encontram embutidas na membrana celular e funcionam como células hospedeiras do coronavírus.
Os primeiros resultados apontaram que os extratos são ricos em canabinoide e possuem capacidade de reproduzir a expressão ACE2 em tecidos com o vírus e regular a TMPRSS2.
Tais cepas podem ser usadas como um tratamento preventivo, podendo ser usadas em produtos como de enxaguante bucal ou gargarejo, reduzindo a infecção por meio da mucosa oral; e uma possível vacina.
Estudo ainda precisa ser revisado e ser validado pela comunidade cientifica. O próximo passo é a realização de ensaios clínicos e, para tanto, os pesquisadores já estão em busca de parcerias.
Outras opções
Segundo a agência de notícias alemã Deutsch Weller, novo medicamentos vêm sendo testados para o tratamento da Covid-19. Muitos tratamentos são pouco ortodoxos.
No Reino Unido, há o tratamento Remdesivir. Desenvolvido originalmente para o tratamento do ebola, o antiviral pode reduzir o tempo de recuperação do paciente que contraiu o vírus.
Apesar de bons resultados, pesquisadores norte-americanos afirmam que o remédio não evita todas as mortes.
Já a Alemanha vem realizando testes para uma vacina da covid-19, usando um produtor criado para imunologia do câncer.
Enquanto na França, está sendo realizado um estudo que indica que a nicotina – o alcaloide inalado durante a distração, frequentemente letal, do fumo – talvez proteja contra o novo vírus.







