Cidades têm nível de ozônio crítico, segundo Cetesb

Plano do estado para controlar emissões, lançado há três anos, não decolou​

O Plano Controle da Poluição Veicular, lançado há três anos pelo governador Geraldo Alckmin para enfrentar a poluição do ar nas regiões metropolitanas, não decolou. Ações como a inspeção veicular não saíram do papel. Os moradores da região continuam vivendo diariamente com nível elevado de ozônio, um gás tóxico que afeta principalmente a vida de crianças, idosos e doentes crônicos, podendo causar doenças respiratórias e até tumores. O principal combustível para a formação desse gás são as substâncias emitidas pelos escapamentos dos veículos. Atualmente, todas as cidades por onde circula o Giro S/A estão com níveis crônicos de ozônio acima do considerado ideal, segundo dados da Cetesb, em não conformidade com o padrão vigente (ambas classificadas como >M1). Nesses casos, a lei estadual prevê a necessidade de elaboração de planos de controle de emissões atmosféricas, entre eles, o Plano de Controle de Poluição Veicular nas cidades, mas ele não ocorre. As prefeituras chegaram a discutir a implantação de rodízio na região, mas o projeto não avançou. Barueri, Cotia, Itapevi, Osasco e Santana de Parnaíba somam 866.868 veículos, sendo 407.565 de Osasco, de acordo com dados de junho deste ano do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

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