Cidades investem na inclusão para melhoria do aprendizado

Veja o que cada município tem feito
Crianças desenvolvem socialmente e intelectualmente com a ampliação do convívio social (Foto: Secom/Barueri)

Por Raquel Duarte

No Brasil são mais de 300 mil portadores da Síndrome de Down, ou trissomia 21, uma condição cromossômica causada por um cromossomo extra no par 21. Crianças e jovens portadores da síndrome têm características físicas semelhantes e embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, são pessoas com personalidade única, que estabelecem boa comunicação e são sensíveis. O dia 21 de março é celebrado internacionalmente para marcar a data e ressaltar a importância da inclusão deste grupo na sociedade.

Na rede municipal de ensino de Osasco, 55 alunos possuem a síndrome. Segundo a prefeitura, as adaptações são feitas de acordo com as necessidades específicas de cada aluno, dentre elas, adaptações pedagógicas e didáticas. O município trabalha com o Programa de Educação Inclusiva (PEI) desde 2005. São disponibilizados professores com formação em Educação Especial que atuam nas Salas de Recursos Multifuncionais. De acordo com a prefeitura há estagiários e agentes de inclusão que auxiliam estes alunos e encaminhamento para equoterapia e hidroterapia.

Em Barueri é oferecido o Atendimento de Educação Especializada (AEE) para dar suporte e melhorar a qualidade de vida de estudantes com a síndrome de Down e combater o preconceito. A prefeitura destaca que entre os principais benefícios da educação inclusiva estão: melhora na aprendizagem, apreciação da diversidade individual, além do amplo atendimento na área de educação, o município investe em jovens para ingressar no mercado de trabalho por meio da Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SDPD). 

Já Cotia conta com 40 alunos com a síndrome de down na rede municipal. A prefeitura trabalha com adaptações nas escolas municipais como: acessibilidade, adaptação curricular e parcerias com a APAE para estimulação Precoce no programa PEPI de 6 meses a 5 anos e 11 meses. Para orientar os professores, a secretaria de educação do município conta com um departamento de Educação Especial.

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