A ideia seria reduzir o tráfego de veículos na cidade e dessa forma elevar o índice de isolamento social na capital paulista.
O motivo para a suspensão das interdições nas vias foram as diversas reclamações que a ação recebeu após funcionários da área da saúde ficarem presos em meio ao congestionamento e não chegarem ao seus locais de trabalho. A polêmica foi tão grande que o caso gerou um inquérito civil-público no Ministério Público de São Paulo (MPSP).
Já a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) terá de explicar ao MPSP quais são os estudos que embasaram a adoção da medida.
Em nota, a Prefeitura informou que ainda não havia sido comunicada sobre a abertura de inquérito pelo MPSP e que ao receber a notificação irá fornecer todas as informações requisitadas pelos promotores.
Segundo o prefeito Bruno Covas, foi avaliado que a situação não teve o efeito desejado, que era de elevar a adesão dos paulistanos ao isolamento social na cidade. De acordo com o Governo de São Paulo, o município registrou na terça-feira, 48% de isolamento.
O bloqueio em ruas e avenidas de São Paulo teve seu início na segunda-feira (4) e na terça foi ampliado para grandes avenidas das Zonas Leste, Norte, Oeste e Sul. Operacionalizado das 6 às 10 horas da manhã, a ação gerou um grande congestionamento na cidade. O maior congestionamento registrado no primeiro dia da ação foi na Radial Leste com 3,5 km.







