A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Metanol, criada pela Câmara Municipal de São Paulo, deve ouvir nas próximas semanas o secretário estadual de Segurança Pública, Guilherme Derrite, além de representantes da Coordenadoria de Vigilância em Saúde do Município (Covisa) e do Centro de Vigilância Sanitária do Estado (CVS). As datas desses depoimentos ainda não foram definidas.
A CPI foi aprovada em 8 de outubro e tem como objetivo investigar os casos de intoxicação por metanol e apurar a comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas na capital paulista. A comissão é presidida pela vereadora Zoe Martínez (PL), que conduzirá as oitivas das autoridades municipais e estaduais envolvidas nas ações de fiscalização e controle.
Na última terça-feira (21/10), o corpo da comissão foi oficialmente definido. A vereadora Ely Teruel (MDB) foi eleita vice-presidente, com cinco votos, e a relatoria ficou a cargo da vereadora Sandra Santana (MDB), eleita por unanimidade.
A CPI pretende reunir informações de órgãos de segurança, vigilância sanitária e saúde pública para entender como as bebidas adulteradas chegam ao consumidor e quais medidas estão sendo tomadas para evitar novas ocorrências de intoxicação por metanol em São Paulo.
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