Um estudo realizado pelo Instituto Votorantim com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sistema Único de Saúde (SUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANSS) revela a vulnerabilidade das cidades quanto à evolução da pandemia e suas consequências.
De acordo com o estudo, três cidades da região estão entre os dez municípios com menor vulnerabilidade da Grande São Paulo estão: Cajamar com índice de 39,18, Santana de Parnaíba com 41,51 e Barueri 45,01.
Já no ranking das cidades com maior vulnerabilidade em 8º lugar está Pirapora do Bom Jesus com índice de 57,36.
O Índice de Vulnerabilidade dos Municípios (IVM) estabelecido pela pesquisa varia de 0 a 100, quanto mais alto o valor, mais alta a vulnerabilidade.
O estudo considerou 18 indicadores e levou em consideração 5 pilares: população vulnerável, economia local, estrutura do sistema de saúde, organização do sistema de saúde, e capacidade fiscal da administração municipal. O indicador serve como parâmetro para antecipar e tomar ações preventivas em relação aos rumos que a pandemia pode apresentar.
Segundo o gerente-geral do Instituto Votorantim, Rafael Gioielli, a região metropolitana de São Paulo, apesar da proximidade entre os municípios, apresenta realidades muito diferentes em diversas questões, entre elas densidade populacional, crescimento econômico e infraestrutura hospitalar.
No ranking da pesquisa, a cidade com maior índice de vulnerabilidade é Biritiba-Mirim (63,79) e o município com o índice mais baixo é São Bernardo do Campo (30,06). Já São Paulo tem 41,17 ocupando o quarto lugar entre as cidades com menor índice de vulnerabilidade.








