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BNDES: anuncia reabertura de programa de crédito que passa a incluir MEIs e microempresas

Para que a operação de crédito seja apta ao programa, ela precisa ser destinada a investimento ou capital de giro. Os valores podem variar entre R$ 1 mil e R$ 10 milhões; veja os detalhes
Imagem panorâmica de Alphaville, Barueri, um os maiores polos empresariais da Região Oeste da Grande SP (Uelson Henkell/Jornal Giro)

Para que a operação de crédito seja apta ao programa, ela precisa ser destinada a investimento ou capital de giro. Os valores podem variar entre R$ 1 mil e R$ 10 milhões; veja os detalhes

O Banco Nacional do Desenvolvimento, o BNDES, reabriu nesta segunda-feira (22) o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI PEAC), um fundo de garantia que amplia o acesso ao crédito. Antes limitado a pequenas e médias empresas, o programa agora inclui os microempreendedores individuais (MEIs) e as microempresas entre os beneficiários. O novo FGI PEAC terá vigência até dezembro de 2023

Segundo o BNDES, 40 instituições financeiras já se habilitaram para operar com a linha. A perspectiva é viabilizar R$ 22 milhões para o segmento em 16 meses. 

Como funciona
Para que a operação de crédito seja apta ao programa, ela precisa ser destinada a investimento ou capital de giro, de valor entre R$ 1 mil e R$ 10 milhões, ter prazo de pagamento de até 60 meses e carência entre 6 e 12 meses. A cobertura é de 80% do valor do contrato.

A avaliação quanto ao uso do FGI PEAC como garantia em operações de crédito é de responsabilidade dos bancos operadores. Cada um deles deverá limitar a taxa de juros média de sua carteira a 1,75% ao mês.

Ao conceder garantias para quem fatura até R$ 300 milhões ao ano, o programa busca aumentar o apetite dos bancos a conceder crédito com condições mais favoráveis aos clientes.

Mais informações sobre o FGI PEAC podem ser obtidas no site:

https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/garantias/peac