A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na tarde deste domingo (17), o uso emergencial das vacinas CoronaVac, produzida no país pelo Instituto Butantã em parceria com a chinesa Sinovac, e a da Fiocruz com a Oxford/AstraZeneca. Com a aprovação do imunizante, o governo de São Paulo já imuniza profissionais de saúde ainda hoje.
A aprovação das vacinas foi acatada pela maioria dos diretores da agência reguladora. A publicação autorizando a vacinação será publicada em edição extraordinária no Diário Oficial da União.
Em São Paulo, a primeira profissional de saúde a ser vacinada foi a enfermeira Mônica Calazans, 54 anos, moradora de Itaquera e que atua na linha de frente contra Covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
Na sequência, ela recebeu do governador João Doria (PSDB) um selo simbólico com os dizeres “Estou vacinado pelo Butantan” e uma pulseira com a frase “Eu me vacinei”.
“A recomendação como área técnica é que, tendo em vista o cenário da pandemia, o aumento do número de casos, a ausência de alternativas terapêuticas, que é uma situação de muita tensão quanto aos insumos, a agência recomenda a aprovação do uso emergencial, condicionada ao monitoramento e acompanhamento próximo das incertezas”, disse o gerente de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.
A Campnaha de Vacinação
A reportagem apurou com uma fonte no Ministério da Saúde que a distribuição da vacinas do Butantã deve começar ainda hoje e os primeiros lotes serão levados para Manaus.
Vacinação na região
As 11 cidades da região Oeste da Grande São Paulo dizem que estão preparados para começar a vacinação assim que o lotes forem disponibilizadas pelo governo Federal ou estadual.






