A Prefeitura de Barueri divulgou, no dia 23 de agosto, que a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana estuda a viabilidade de disponibilizar armamento não letal para o uso de seus agentes de trânsito. Para o analista criminal e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Guaracy Mingardi, a decisão pode não ser tão acertada, já que existe a possibilidade do agente se tornar um alvo, podendo ser inclusive assaltado, pelo custo do aparelho. “Nenhuma arma é 100% não letal. A taser, por exemplo, se for usada em uma pessoa cardíaca pode matar. Ou se na hora da queda, com o choque, bater a cabeça, também pode falecer. São casos mais raros, mas que podem acontecer”, falou.
Já o responsável pela pasta municipal, Gilberto Pereira de Brito, acredita que todo profissional em serviço de fiscalização deveria portar equipamentos para a própria defesa. “O fato de portarem um taser, que é a arma de choque, ou uma tonfa, já inibiria atitudes violentas de quem é fiscalizado”, salientou.






