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Terror virtual em Carapicuíba prejudica pais e alunos. Prefeitura emite alerta sobre fake news

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Terror virtual: em uma das mensagens, autor afirma que irá assassinar 15 pessoas em Carapicuíba (Divulgação / Reprodução Redes Sociais)

Polícia Civil investiga notícias falsas sobre mensagens de possíveis ataques que estariam sendo orquestrados em escolas do município. “Vamos matar pelo menos 15 pessoas”

Diante da onda assustadora de mensagens que estão sendo compartilhadas pelas redes sociais e espalhadas nos últimos dias pelo WhatsApp, com a promessa de ataques violentos em escolas, na segunda-feira (10), a prefeitura de Carapicuíba emitiu alerta sobre o tema. A seguir, veja na íntegra o comunicado disponibilizado no portal da prefeitura.

CUIDADO COM AS FAKE NEWS
A Prefeitura de Carapicuíba informa que estão espalhando notícias falsas sobre possíveis ataques em escolas dos municípios da região. Com mensagens trocando apenas os nomes das escolas. A Polícia Civil trabalha nas investigações para identificar as pessoas que estão disseminando as fake news e assustando a população. A Prefeitura de Carapicuíba montou uma força tarefa com a GCM para rondas nas escolas. Além disso, a Polícia Militar também está atuando para a segurança da comunidade escolar. É importante ressaltar que todas as escolas municipais de Carapicuíba são equipadas com câmeras de segurança e a Prefeitura trabalha para manter os alunos e profissionais de educação seguros. Nos ajude a combater as notícias falsas.

Terror virtual
A reportagem do GIRO teve acesso a uma dessas mensagens espalhadas sobre possíveis ataques no município de Carapicuíba. O autor afirma: “Quarta-feira, dia 12/4, vamos fazer um massacre nas seguintes escolas: Ariston, Salomão, Estela, Noronha, Sardinha, Edgar. Vamos matar pelo menos 15 pessoas”.

Ataques frustrados
A Polícia Civil de São Paulo informou no começo de abril que identificou – no ambiente virtual ou escolar – um aumento de situações que indicam planos de possíveis ataques em escolas. De acordo com o órgão, no período de 27 a 31 de março, foram 279 casos registrados.

Com exceção do ataque à escola E.E. Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, ocorrido em 27 de março, que provocou a morte uma professora e feriu três alunos, nenhum outro caso foi consumado na Grande SP. O comunicado da Polícia Civil diz ainda que o seu setor de inteligência frustrou, entre 11 e 12 de março, “dezenas de possíveis atos violentos em escolas”.

Casos rapidamente solucionados em escolas da região
Conforme noticiado pelo GIRO, nas últimas semanas, Barueri, Cotia, Osasco e Santana de Parnaíba registraram alguns incidentes, todos devidamente solucionados com a rápida ação dos responsáveis pelas instituições de ensino, com o apoio das autoridades policiais. (*Veja os detalhes aqui).

Espalhar fake news é crime
O feriadão de Páscoa foi marcado pelo sucessivo compartilhamento de mensagens em redes sociais e no WhatsApp sobre possíveis novos ataques, com foco em instituições de ensino de escolas de cidades da região, principalmente Barueri, Carapicuíba e Osasco. Importante salientar que departamentos de inteligência dos órgãos de segurança monitoram essas mensagens em tempo real e rapidamente conseguem identificar os seus autores via rastreamento do dispositivo por meio do IP, bem como o endereço geográfico em caso de smartphone.

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