Para evitar idas desnecessárias ao pronto-socorro durante esse período de pandemia do coronavírus, o Sabará Hospital Infantil lançou na última sexta-feira (3) o projeto Telemedicina. Com diversos serviços, o primeiro deles é a teleorientação por videoconferência, onde o paciente pode ser atendido por um pediatra experiente do pronto-socorro do hospital, sem sair de casa. O objetivo é facilitar o acesso aos médicos, mantendo a orientação de isolamento social.
“Sabemos que crianças precisam de assistência médica com frequência e, muitas vezes, os pais ficam em dúvida se é necessário procurar um pronto-socorro. Como a ida a um hospital sempre representa um risco, já que é um ambiente onde circulam pessoas com doenças respiratórias transmissíveis, queremos ajudar as famílias a evitar idas desnecessárias ao pronto-socorro neste período de pandemia de Covid-19”, declara o Dr. Renato Vieira, diretor técnico do Sabará Hospital Infantil.
“Sabemos que crianças precisam de assistência médica com frequência e, muitas vezes, os pais ficam em dúvida se é necessário procurar um pronto-socorro. Como a ida a um hospital sempre representa um risco, já que é um ambiente onde circulam pessoas com doenças respiratórias transmissíveis, queremos ajudar as famílias a evitar idas desnecessárias ao pronto-socorro neste período de pandemia de Covid-19”, declara o Dr. Renato Vieira, diretor técnico do Sabará Hospital Infantil.
Durante o atendimento, o pediatra poderá ver a criança e escutar suas queixas e de seus pais ou responsáveis, esclarecer as principais dúvidas, orientar tratamento domiciliar ou a necessidade de ir ao pronto-socorro, para uma melhor avaliação da equipe ou realização de exames. O atendimento é realizado diariamente, das 10h às 22h.
“A teleorientação pode ser feita em casos simples. Alguns quadros não podem ser avaliados à distância”, alerta Dr. Rogério Carballo Afonso, gerente de Novos Negócios e Temedicina do Sabará Hospital Infantil. “O Sabará criou um fluxo separando os pacientes com sintomas respiratórios dos outros, aumentando a segurança do Hospital”, completa Afonso.
De acordo com a assessoria do hospital, para receber este atendimento, a criança precisa estar em um estado geral bom e estar dentro dos critérios listados abaixo:
– Problemas como resfriados simples, gripe, dor de garganta, tosse, dores de cabeça, alergia, rinite alérgica, sangramentos nasais ou vermelhidão nos olhos;
– Irritações e alergias de pele, infecções menores, coceira, piolhos, vermes, erupções cutâneas, eczema, infecções da pele ou verrugas, picada de inseto, assaduras, reação vacinal;
– Problemas gastrointestinais como constipação, diarreia, azia, ingestão acidental de objetos, vômitos, náuseas e outros problemas gastrointestinais;
– Dúvidas sobre saúde geral das crianças, aleitamento materno ou vacinação de seu filho;
– Ferimentos leves, cortes, queimaduras, mordidas e outros ferimentos leves;
– Necessidades imediatas de receitas para aquisição de medicamentos não controlados, conectando-se aos nossos pediatras para avaliação; e
– Dúvidas relacionadas a infecção por coronavírus.
– Irritações e alergias de pele, infecções menores, coceira, piolhos, vermes, erupções cutâneas, eczema, infecções da pele ou verrugas, picada de inseto, assaduras, reação vacinal;
– Problemas gastrointestinais como constipação, diarreia, azia, ingestão acidental de objetos, vômitos, náuseas e outros problemas gastrointestinais;
– Dúvidas sobre saúde geral das crianças, aleitamento materno ou vacinação de seu filho;
– Ferimentos leves, cortes, queimaduras, mordidas e outros ferimentos leves;
– Necessidades imediatas de receitas para aquisição de medicamentos não controlados, conectando-se aos nossos pediatras para avaliação; e
– Dúvidas relacionadas a infecção por coronavírus.
O hospital recomenda que crianças que tiveram atendimento médico em pronto-socorro na última semana não devem ser submetidas a este tipo de atendimento.






