Rambo está recluso na fazenda da família morando com Maria e Gabrielle, essa que é quase uma filha para John. E a menina, ao atravessar a fronteira para procurar seu pai biológico, é sequestrada por um cartel mexicano. Só cabe ao Rambo voltar às origens para resgata-la e derrotar os criminosos.
Até o sequestro, vemos um Rambo pacato e cheio de sabedoria, sem deixar de se mostrar atormentado pelo passado e acompanhado de pílulas. Após o sumiço, ele volta a ser Rambo e programado para matar a qualquer custo e das maneiras mais diferentes possíveis.
O ritmo quando começa a caçada é ótimo, o que destoa dessa primeira parte mais introspectiva, que flerta com o emocional. Não que não funcione, mas todo esse tom inicial pede que você leve o filme a sério, mas depois que ele deslancha para violência
É ali, no momento em que Rambo transforma sua fazenda em uma mini Vietnã.
A decisão final do Rambo e toda a construção da ideia de que, no final das contas, ele nunca sairia vencedor, traz um fechamento digno e honroso à franquia. Que Rambo permaneça intocado por algumas décadas.
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