Prefeituras afirmam ter feito ações antienchentes

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O verão se inicia oficialmente às 20h22 desta sexta-feira, 21, e tal momento é conhecido pelo clima quente e de chuvas constantes, em decorrência da rápida evaporação das águas pelo calor do Sol e a consequência deste período são as enchentes nas cidades da região.

O Inmet prevê nos próximos três meses precipitação ligeiramente acima do normal.

A reportagem do Giro S/A procurou todas as prefeituras da região para saber o que as atuais gestões estão fazendo para diminuir os impactos da cheias dos córregos nos municípios e quais são as ações emergenciais.

Barueri informa que tem uma programação constante de manutenção e limpeza dos sistemas de captação de águas pluviais – bocas de lobo e galerias –, porém não informou se foram realizadas obras para combate às enchentes.

Santana de Parnaíba realiza ações de limpeza e desassoreamento dos córregos, de modo a evitar o seu transbordamento. Cotia fez a limpeza do piscinão do Mirante da Mata e realiza limpezas de córregos e ruas.

Itapevi está construindo os piscinões do Suburbano e do Vitápolis, além das intervenções do piscinão do Sapiantã. Carapicuíba fez a limpeza de parte do Rio Cotia e outras intervenções.

Osasco diz que realiza no ano diversas ações de conservação, manutenção e zeladoria além de desassoreamento de córregos e retomada de obras no Rochdale.

Para o pesquisador da USP Laércio Monteiro Júnior, a drenagem nunca foi prioridade entre os planos do governo. As obras são caras, complexas e envolvem ampla integração entre os diversos setores governamentais, além de medidas que a cidade, já consolidada, não permite. “A implantação da rede de macrodrenagem esteve em constante descompasso com o ritmo de expansão urbana”, afirma Monteiro Júnior.