O balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, do dia 5 de janeiro aponta 86 casos da variante Ômicron, todos com resultado de sequenciamento genético e investigação epidemiológica. Nos 11 municípios que compõem o consórcio Cioeste*, um caso foi confirmado em Osasco.
Ao todo, são 69 casos na capital paulista, que já confirmou transmissão comunitária; além de três em Araraquara, três em Franca e dois em Pradópolis. As cidades de Santos, Porto Feliz, Guarulhos, Limeira, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Mirassol e Piracicaba também apresentaram um caso confirmado cada.
A Ômicron, assim como a Alpha, Beta, Gamma e Delta, são classificadas como “variantes de atenção” pelas autoridades sanitárias devido à possibilidade de aumento de transmissibilidade ou gravidade da infecção, por exemplo. Até 30 de dezembro, análises do Instituto Adolfo Lutz e do CVE identificaram três casos autóctones de Beta, 54 de Alpha, 2.917 de Gamma e 15.276 de Delta.
Como é feita a identificação
A confirmação de uma variante ocorre por meio de sequenciamento genético, um instrumento de vigilância, ou seja, de monitoramento do cenário epidemiológico, que não deve ser confundido com diagnóstico, este sim de caráter individual. Portanto, não é necessário, do ponto de vista técnico e científico, sequenciamentos individualizados, uma vez confirmada a circulação local da variante.
As medidas já conhecidas pela população seguem para combater a pandemia do coronavírus: uso de máscara, que segue obrigatório em SP; higienização das mãos (com água e sabão ou álcool em gel); distanciamento social; além da vacinação contra a covid-19.
*Cidades do Cioeste: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista.






