O verão começa em 21 de dezembro. E na estação mais quente do ano, quando as pessoas se expõem mais ao Sol, é preciso se proteger.
As formas de fotoproteção são diversas: em pó, spray, bastão, creme e gel, entre outras. Mas uma pesquisa do Mestrando em Ciências Médicas pela Uincamp, Lucas Portilho, mostra que alguns tipos não protegem a pele de forma eficiente. “A proteção depende diretamente do tipo de fotoprotetor“, afirma Portilho. Nesse estudo, ele avaliou seis diferentes tipos, todos faciais: pó compacto, fluido, bastão (stick), mousse, loção e pancake. Mais de 100 voluntárias participaram.
“Foi avaliada a quantidade real usada pelas consumidoras. Com exceção da loção, os outros apresentaram menos de 50% da proteção original, chegando em valores alarmantes, como o pó compacto, que apresentou 90% a menos de proteção”, afirma Portilho. Pancake e pó compacto foram os piores: “Não protegem nem contra raios UVB nem UVA. As formas de bastão, mousse e fluido ficaram muito abaixo do valor declarado na rotulagem”, diz.
Segundo o especialista, nos testes das fabricantes, as quantidades utilizadas estão bem longe da real aplicada no dia a dia pelas pessoas. “Elas não informam a quantidade correta para aplicação, então o resultado é uma falsa sensação de proteção”, afirma o especialista.
Para garantir proteção, a primeira ação é utilizar fotoprotetor em loção. “Nunca utilize protetor solar na forma de pó ou pancake como única forma de proteção. O protetor na forma de bastão, mousse e fluido somente se for com FPS acima de 50″, finaliza.






