As 11 cidades da região registraram queda nos casos de contaminação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras como a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré. Nos 10 primeiros anos deste ano foram 2.464 casos confirmados contra 5.452 no mesmo período de 2019.
Mesmo em queda brusca, o verão, período com maior incidência de chuvas preocupa autoridade sanitárias devido a maior probabilidade de contaminação. Cajamar, Osasco e Santana de Parnaíba são as que mais registraram casos, 37,4, 37,0 e 22,4 por100 mil habitantes, respectivamente.
“O mosquito é um vilão, mas o maior vilão é o cidadão que deixa, por exemplo, a água ficar empoçada. Por isso, a campanha e o trabalho dos agentes in loco são ferramentas fundamentais para conscientizarmos a população sobre a importância do combate ao mosquito”, afirmou o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, durante lançamento da campanha de combate ao mosquito.
Prevenção
Eliminar os recipientes com água parada – ambiente propício para procriação do mosquito Aedes aegypti – é rápido e fácil. A população não pode esquecer de tampar os tonéis e caixas d’água, manter calhas sempre limpas, deixar garrafas e recipientes com a boca para baixo, limpar semanalmente ou preencher pratos de vasos de plantas com areia, manter lixeiras bem tampadas e ralos limpos e com aplicação de tela, além de manter lonas para materiais de construção e piscinas sempre esticadas para não acumular água.
Sintomas
Os sintomas de dengue, chikungunya ou zika são bem parecidos. Eles incluem febre, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais. Ao sinal desses sintomas , a orientação do Ministério da Saúde é procurar imediatamente a unidade ou serviço de saúde mais próximo de sua residência.








