O paciente que reside em Itapevi contaminado pelo vírus monkeypox, conhecido como varíola dos macacos, tem seu quadro de saúde considerado estável e sem gravidade. Até o momento, as secretarias de Saúde do estado de SP e do município não confirmaram a idade, sexo e se o enfermo teve viagem ao exterior ou teve contaminação autóctone. Paciente encontra-se em isolamento domiciliar e está sendo monitorada pela Vigilância Epidemiológica do município desde do último sábado (25).
O município adota o protocolo de procedimentos baseado nas orientações da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, enviada por meio de circular em 16/06/2022. Vale reforçar que em caso de suspeita da doença, o atendimento inicial deverá ser realizado, preferencialmente, em uma UBS (Unidade Básica de Saúde), indicando-se internação hospitalar para os casos que apresentem sinais de gravidade mais complexos.
A Secretaria Estadual de Saúde afirma que o estado de SP já registou 24 casos da varíola dos macacos (Monkeypox) até o momento. Desses casos, 12 são oriundos de pacientes que viajaram para a Europa. Outros 12 são autóctones, que não têm histórico de terem saído do País recentemente. Todos os casos estão com boa evolução do quadro e são acompanhados pelas vigilâncias epidemiológicas dos municípios em que estão instalados. Há 19 casos em São Paulo, dois em Indaiatuba e um em Vinhedo, no interior do estado, um em Santo André, no ABC Paulista e um em Itapevi, na Grande São Paulo.
O Ministério da Saúde (MS) informa que todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de casos suspeitos de monkeypox, com o isolamento dos pacientes e rastreamento dos contatos.
A pasta federal, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com os estados para monitoramento e rastreamento de possíveis infectados.
Prevenção contra a Monkeypox
– Evitar contato próximo/íntimo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado
– Evitar o contato com qualquer material, como roupas de cama, que tenha sido utilizado pela pessoa doente
– Higienização das mãos, lavando-as com água e sabão e/ou uso de álcool gel






