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Higienização com água sanitária em áreas públicas tem efeito limitado

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O ideial é diluir 250 ml do produto em um litro de água. (Foto: Pexels)

Uma das soluções mais baratas para realizar a higienização encontrada, nesse período de pandemia do coronavírus, é a água sanitária.

Utilizada para limpeza de alimentos, utensílios e máscaras, o produto também vem sendo adotado por diversas prefeituras e locais privados como forma de sanitização de calçadas, ruas e áreas em abertas e fechadas.

Entretanto, mesmo garantindo a limpeza do local, reduzindo a carga microbiana em níveis seguros para a saúde humana, seu efeito ainda tem pouca durabilidade e ainda requer uma manutenção constante. É o que explica a Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag).

De acordo com o biólogo Sérgio Bocalini, vice-presidente da Aprag, a limpeza “pode significar uma ação com grau de efetividade de pouco impacto. Já em áreas fechadas, principalmente em residências, há necessidade de constante manutenção, à medida que o local higienizado volte as estar exposto a possível contaminação”.

Por ser um produto de fácil manuseio e de valor acessível à maioria da população, o biólogo explica que deve se seguir as recomendações da Agência Nacional da Saúde (Anvisa) sobre o cuidado ao escolher a marca e diluir 250 ml do produto em um litro de água.

O biólogo também ressalta é a necessidades do local estar arejado, para garantir a circulação de ar.

Adultos, idosos e crianças que possuem problemas respiratórios não devem permanecer no ambiente durante a aplicação.

“Caso não haja água sanitária, ela pode ser substituída por produtos como saponáceos (sabões e detergentes) e desinfetantes”, recomenda Bocalini.

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