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Governo de São Paulo sanciona lei que reajusta abono complementar para servidores estaduais

Medida beneficia ativos, aposentados e pensionistas que recebam abaixo do salário mínimo paulista, já reajustado neste ano para R$ 1.550
Governador Tarcísio de Freitas sancionou lei que foi publicado no Diário Oficial (Divulgação/Governo do Estado de SP)

Medida beneficia ativos, aposentados e pensionistas que recebam abaixo do salário mínimo paulista, já reajustado neste ano para R$ 1.550

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sancionou, nesta quinta-feira (6), a lei que concede o abono complementar pago a servidores públicos estaduais que recebem vencimentos abaixo do salário mínimo paulista, já reajustado neste ano para R$ 1.550. A medida entra em vigor com data retroativa a contar de 1º junho.

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“A sanção deste abono é uma medida que trata de forma justa todos os servidores estaduais que têm remuneração abaixo do piso que estabelecemos para o salário mínimo paulista. Assim, o valor de R$ 1.550 que nossa gestão estabeleceu acima do salário mínimo nacional de R$ 1.320 também valerá para o funcionalismo paulista”, declarou Tarcísio.

Aprovado de forma unânime pelos deputados estaduais, o projeto de lei complementar 87/2023 reajusta o abono em 17,42%, na comparação aos valores do ano passado.

A medida beneficia servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado e autarquias que recebem vencimentos abaixo de R$ 1.550 (jornada completa de 40 horas), de R$ 1.162,50 (jornada de 30 horas) e de R$ 775,00 (jornada parcial de 20 horas).

De acordo com a Secretaria de Gestão e Governo Digital despesas correspondentes estão previstas no orçamento estadual de 2023 e não comprometem o equilíbrio fiscal do Estado. Segundo cálculos da Secretaria da Fazenda e Planejamento, o custo total da concessão do abono será de R$ 274 milhões. (Com informações do Governo do Estado de São Paulo)