O prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), reafirmou que não vai reduzir as ações para impedir a realização de festas clandestinas na cidade. Segundo o chefe do Executivo, o momento não é de festas, mas sim de cautela. “É tolerância zero. A Prefeitura não vai admitir. Entendo o anseio da juventude se divertir, mas não é momento de aglomerações desnecessárias. Muitos desses jovens estão indo para UTI. Não é regime de ditadura e opressivo, mas por que é um momento de calamidade pública, de segurança e de saúde”, disparou.
Rogério Lins ainda pontuou que os investimentos em novos leitos ajudou a superar o momento mais delicado, e com isso, não houve um colapso de leitos no sistema de saúde da cidade. “Investimos em uma estrutura que fiará para a cidade depois que a pandemia passe os leitos ficarão. Com esses investimentos, nós saímos de 95,3%, e neste momento, temos menos de 75% de ocupação, por isso, que aquela antecipação de feriados foi necessária, pois estávamos chegando uma situação de colapso”, disse o prefeito.
Para Lins, o novo cenário com redução de casos pode trabalhar com a possibilidade de flexibilização das medidas de restrições. “A cidade está se preparando para uma flexibilização maior na questão econômica e comercial para garantir também o emprego de todos”, destacou.
Antes de encerrar a live, feita nas redes sociais, Rogério Lins comemorou as quase 100 mil doses de vacinas aplicadas e reafirmou que a administração municipal tem feito esforços para comprar imunizantes. “Nos fizemos tudo que foi necessário. Aprovamos um projeto de lei que autoriza e, hoje, Osasco tem recursos para comprar até 400 mil doses de vacina. Não importa qual vacina, ela sendo aprovada pela Anvisa e tendo autorização para os municípios fazerem aquisição, a cidade será uma das primeiras a fazer a compra das doses”, finalizou.







