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​Dupla envolvida no cemitério clandestino de Carapicuíba é capturada pela Polícia Civil

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Capturas ocorreram na Vila Dirce e na Favela do Chiclete (Divulgação/Governo de SP)

Dois homens acusados de envolvimento no caso do cemitério clandestino, em Carapicuíba, foram presos por agentes da Polícia Civil na quarta-feira (23). Segundo o portal de notícias “R7”, a dupla era integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e teria participação no tribunal do crime da organização. Segundo a polícia, criminosos portavam carabina, diversos cartuchos, pistola simulacro e revólver calibre .38 com numeração raspada.

Na Favela do Chiclete, foi localizado Paulo Liodorio de Aguiar, conhecido como “Véio”, de 42 anos. O indivíduo seria responsável por ser o sepultador das vítimas da facção, pois era em que abria as covas no cemitério clandestino. Na casa do suspeito, os policiais encontraram 18 munições de pistola calibre nove milímetros.

Já na Vila Dirce, os agentes prenderam Francisco de Oliveira Silva, de 46 anos, conhecido como “Xico”. Segundo a polícia, ele cuidava das armas dos integrantes do PCC. Na residência, foi apreendido revólver calibre .38, espingarda calibre .28, simulacro de pistola semiautomática, além de 60 munições.

Ainda de acordo com o “R7”, os armamentos foram utilizados em diversos homicídios e pertenciam a Renan Peixoto de Araújo Inforzato Fanale, conhecido como “O irmão da morte”. O indivíduo foi preso no último dia 16 de fevereiro em Praia Grande, litoral de São Paulo. Juntamente com as armas, os policiais civis encontraram imagens chocantes das vítimas, em que mostravam essas já dentro das covas, no cemitério clandestino no Parque Primavera.

A necrópole clandestina foi descoberta no início de fevereiro (Reprodução/Record TV) 

Cemitério Clandestino
No início do mês, a Polícia Civil descobriu um terreno de 46 mil metros em Carapicuíba, que funcionava como um cemitério clandestino do PCC. Localizado próximo à rua José Guardino, no Parque Primavera, o espaço é de mata fechada e era utilizado para esconder os corpos julgados no “Tribunal do Crime”.

Entre as vítimas sepultadas na necrópole ilegal está Liliane Julia do Nascimento, uma escrivã da Polícia Civil lotada no município de Jandira. A identificação da agente de segurança ocorreu na madrugada desta terça-feira, 1º de fevereiro. Até o momento, cinco corpos foram localizados. Segundo as autoridades policiais, o local pode ainda ter dezenas de outros cadáveres.

A policial estava desaparecida desde o dia 13 do mês passado. As informações preliminares apontam que a agente passava por um momento difícil e pode ter sido capturada pelo crime organizado em virtude de sua função. Ela foi julgada e torturada pelos criminosos além de ter tido partes do corpo dilaceradas. O local foi descoberto após investigações do 1º Distrito Policial de Carapicuíba.

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