Nada muda até dia 15 de junho para as cidades da região. Essa foi a informação passada pelo governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), na coletiva desta quarta-feira (4), no Palácio dos Bandeirantes. Isso significa que as 11 cidades permanecem na faixa vermelha do isolamento, onde só podem abrir comércios e atividades consideradas essenciais.
Durante a coletiva, Doria frisou que não vai ceder a pressão de prefeitos ou de setores para a retomada das atividades econômicas. “O pior caminho para conquistar algo conosco é pela pressão. Não pensem que pressões nos farão mudar de critérios ou condutas que são adotados com base nas orientações da saúde. Não há pressão de prefeitos, empresários, deputados federais ou estaduais ou pressão de qualquer outro setor que será adotada como princípio para definir nossas ações”, disse.
Na semana passadas os prefeitos que compõem o Cioeste participaram de duas reuniões com o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi. Eles pediram para que a Grande São Paulo fosse divida em regiões e que passassem por nova avaliação de classificação, e assim, conquistar a inclusão na fase 2 do Plano São Paulo para retomada das atividades econômicas. “Todas as regiões da Grande São Paulo têm viés para avançar à fase Laranja, pelo critério de ocupação de leitos hospitalares”, garantiu Vinholi durante a coletiva desta quarta.
Reabertura consciente
Doria reforçou que a quarentena, em todo o Estado, segue até o dia 15 de junho e explicou que o Plano São Paulo não significa que não deverá haver cuidados na reabertura do comércio. “Nenhum dos 645 prefeitos de São Paulo vai transformar a sua cidade em uma festa da abertura. Não é hora de celebração e nem de festa. É hora de respeito pela saúde e saberemos exigir isso dos prefeitos”, orienta.







