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Doria mantém vacinação de jovens e adolescentes no dia 18 de agosto

Após guerra de narrativas, governador de São Paulo anunciou que iniciará vacinação de pessoas entre 16 e 17 anos com comorbidades e deficiências, além de gestantes e puérperas desta faixa-etária
Na coletiva da última quarta-feira (4), a equipe do governo havia reclamado da chegada de 228 mil doses de vacina (da Pfizer) a menos do que estava pactuado com o ministério da Saúde (Divulgação / Governo do Estado de São Paulo)

Na última sexta-feira (6), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o calendário de vacinação para jovens e adolescentes está mantido e terá início no dia 18 de agosto, com a vacinação contra a covid-19 de pessoas entre 16 e 17 anos com comorbidades e deficiências, além de gestantes e puérperas desta faixa-etária.

É importante lembrar que na coletiva da última quarta-feira (4), a equipe do governo havia reclamado da chegada de 228 mil doses de vacina (da Pfizer) a menos do que estava pactuado com o ministério da Saúde e deu um prazo de 24 horas para que as doses restantes chegassem a São Paulo, o que não aconteceu. Na data, Doria disse que sem as vacinas, o início da imunização de jovens e adolescentes no dia 18 não aconteceria.

Na quarta-feira, ainda, a equipe do ministério da Saúde, do governo federal, apenas reuniu a imprensa para dizer que as regras haviam mudado, sem nenhuma justificativa ao estado de São Paulo. Esse ato do ministério gerou outra coletiva, desta vez do governo estadual, com o secretário de Saúde Jean Gorinchteyn, que afirmou que o estado entraria com medidas judiciais para que tudo fosse sanado. Hoje, porém, Gorinchteyn se reuniu com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para tentar solucionar o problema dos quantitativos e também para que o estado não tivesse de entrar na Justiça contra a União.