O descarte de medicamentos vencidos ou de sobras de medicamentos no lixo comum ou no esgoto não é uma solução apropriada, embora grande parte a população ainda tenha esse hábito.
O descarte deste material nestes meios não elimina as substâncias dos medicamentos, podendo contaminar o meio ambiente e causar danos à saúde.
Em Itapevi a administração informou que os medicamentos são mantidos nas farmácias das unidades de saúde por até 30 dias antes de seu vencimento. No município, a assistência farmacêutica busca parcerias com entidades públicas e privadas para doações ou trocas. A periodicidade do descarte definitivo varia de acordo com o volume de produtos que atingem os 30 dias antes do prazo de vencimento.
Já em Osasco medicamentos vencidos são recolhidos pela empresa ECO Osasco no almoxarifado central do município. Ao se atingir um volume de até 80% do espaço destinado a armazenamento de resíduos de medicamentos, aciona-se a empresa que é responsável pelo recolhimento do mesmo. A prefeitura orienta que os medicamentos vencidos podem ser entregues nas farmácias do município para posterior descarte definitivo.
Em Santana de Parnaíba também é adotado esse procedimento, seguindo a Lei Municipal 3175, de 23 de dezembro de 2011. Já Cotia, tem o descarte praticamente nulo pois a quantidade de medicamentos vencidos é zero.
Em Barueri, os remédios vencidos são entregues nas Unidades Básicas de Saúde e nos Prontos-Socorros do município, que realizam todos os procedimentos de separação e acomodação de acordo com as determinações da Anvisa. Segundo a administração, quando a quantidade de remédios atinge pelo menos uma tonelada seguem para incineração.





