Decisão da Justiça: votos para deputado federal de Pablo Marçal são validados pelo TSE

Agora, o Tribunal Regional Eleitoral realizará uma recontagem para incluir os 243.037 votos obtidos pelo empresário. Sendo assim, Marçal pode assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados
Pablo Marçal
Pablo Marçal aguarda recontagem dos votos pelo TRE (Francisco Cepeda/Giro S/A)

Agora, o Tribunal Regional Eleitoral realizará uma recontagem para incluir os 243.037 votos obtidos pelo empresário. Sendo assim, Marçal pode assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados

O Tribunal Superior Eleitoral considerou, na quinta-feira (6), apto o registro de candidatura a deputado federal de Pablo Marçal (Pros). O empresário, que reside em Alphaville, conquistou 243.037 votos na votação do último domingo (2), porém, o saldo não foi validado no dia da eleição, uma vez que o registro estava indeferido com recurso devido a falta de documentos.

Com o fim da pendência jurídica, Pablo Marçal aguarda o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) realizar a recontagem dos votos. “Esse reprocessamento dos votos leva alguns dias, pois é necessário publicar um edital, convocar as entidades para estar na apuração e o novo resultado precisa ser referendado pelo plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo, algo que deve levar alguns dias, para respeitar os prazos para as convocações”, explicou o advogado do candidato, Tássio Renan Souza Botelho.

Com a recontagem dos votos, automaticamente haverá uma alteração no número do quociente eleitoral para o cargo, o que pode provocar mudanças na composição dos deputados federais eleitos para a Legislatura de 2023 a 2026. Com uma possível mudança, uma das cadeiras desocupadas pode passar a ser de Pablo Marçal.

Inicialmente, Pablo Marçal havia lançado candidatura à presidência da República, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cancelou o registro do candidato após a nova executiva do partido, agora sob comandado de Eurípedes Gomes, ter cancelado a convenção partidária para declarar apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).