Impossível ir aos cinemas ver MIB sem se perguntar se valia a pena voltar a tocar nessa franquia… E supreendentemente valeu demais! Os trailers não empolgam, mas a ideia de esconder detalhes da trama funciona bem.
Desta vez conhecemos a pequena Molly que vê seus pais serem “neuralizados” pelo aparelho clássico que apaga memória dos que têm contato com alienígenas. A partir daí ela passa a vida tentando encontrar a agência responsável e entrar. Um incidente em Nova York faz a jovem localizar a central do MIB e após ser aceita é enviada a Londres.
A primeira cilada do filme: “como olhar para os protagonistas e não pensar em Thor o tempo todo?” A química da dupla é muito boa, principalmente pela atuação de Chris Hemsworth que mostra mais uma vez um tempo ótimo para comédia. Tessa Thompson também se sai bem na difícil tarefa de substituir Will Smith e Tommy Lee Jones.
Apesar de simples, a história apresenta um filme redondo e sem o uso de explicações para justificativas dos problemas. Tudo está lá desde o início.
Um acerto que mostra como era preciso revisitar esse universo e apresenta-lo ao público mais jovem. Confira a crítica completa em cineclick.com.br.






