O aumento nos casos de gripe, com a disseminação do vírus H3N2, tem levado muitas pessoas a procurar os serviços de emergência das onze cidades que compõem consórcio *Cioeste, na região oeste da Grande São Paulo. Com isso, naturalmente, houve aumento na fila de espera por atendimento. No entanto, em Santana de Parnaíba, pacientes têm aguardado até sete horas. Esse longo período gerou cenas assustadoras de pessoas sentadas no chão à espera de consulta médica.
A longa espera foi denunciada, por meio das redes sociais, por diversos moradores, e também, pelo vereador, Silvinho Filho (PSD), que questiona a falta de planejamento da gestão do prefeito Marcos Tonho (PSDB) na saúde. Ele aponta que a cidade tem um excelente orçamento e que conseguiria garantir mais médicos para diminuir a longa espera dos pacientes. “Não me canso de repetir: orçamento anual de R$ 1,5 bilhão de reais. Não é aceitável o nosso morador passar por esse tipo de humilhação. Não mesmo!”, disparou.
Em suas redes sociais, o prefeito Marcos Tonho (PSDB) informou que as duas unidades de pronto atendimento, UPA Fazendinha e PAM Santa Ana, estavam sobrecarregadas e pediu paciência. “Pedimos a todos que tenham paciência pois estamos trabalhando da melhor maneira para fornecer o melhor atendimento e tratamento aos acometidos por este surto que está superlotando as unidades de saúde de todo o Brasil”, pediu.
POLÊMICA
Na última semana, a Prefeitura de Santana de Parnaíba esteve no centro das atenções após inaugurar mural de grafite com 462 metros assinado pelo artista plástico Eduardo Kobra. A obra realizada no Centro Administrativo Bandeirantes, sede da Prefeitura, custou aos cofres públicos R$ 650 mil e tem sido alvo de críticas entre os moradores.
*Cidades do Cioeste: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Vargem Grande Paulista.







