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Ao lado de Marcos Neves, Bia Doria lança programa ‘TODAS in-Rede’, em Carapicuíba

Projeto visa promover inclusão, permanência e desenvolvimento profissional de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, oferecendo qualificação profissional e empreendedora
Bia Doria visitou Carapicuíba para lançar oficialmente o novo programa social (Divulgação/Redes Sociais)

A primeira-dama e presidente do Fundo Social do estado de São Paulo, Bia Doria, esteve na manhã de quinta-feira (11), em Carapicuíba. Ao lado do prefeito Marcos Neves (PSDB) e da secretária estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão, foi lançado o programa “TODAS in-Rede”, para promover o empoderamento e emancipação das mulheres com deficiência.

“Estamos trabalhando em todas as áreas em benefício da nossa população. Essa é mais uma parceria da Prefeitura de Carapicuíba e o Governo do Estado. O programa ‘TODAS in-Rede’, que tem como objetivo promover o empoderamento e emancipação das mulheres com deficiência, além de favorecer a melhoria da qualidade de vida e inclusão social”, disse o prefeito Marcos Neves.

Além disso, durante o evento também foram anunciadas uma série de benefícios, entre eles: cadeiras de rodas para o Fundo Social de Solidariedade; academia ao Ar Livre Adaptada; doação do salário do governador João Doria para a Casa Maria Maia e kit de acessibilidade para a Sala de Recurso da Escola Professora Aparecida de Fátima Silva.

Entre as principais ações do “TODAS in-Rede” está o curso de ensino a distância (EaD). Outra ação que tem destaque no programa e visa a independência financeira desse público, é o curso de Empreendedorismo Feminino, “Sebrae Delas – Elas Realizam”, que é realizado em parceria com o Sebrae SP.

Segundo a Base de Dados dos Direitos da Pessoa com Deficiência, no estado de São Paulo há 1.710.601 mulheres com deficiência, representando 56,86% do total da população de pessoas com deficiência do estado. Dos empregos formais ocupados por pessoas com deficiência, apenas 37% são ocupados por mulheres. Em violência e gênero, no ano passado (2020) foram registrados mais de três mil boletins de ocorrência.