O fim da Zona Azul em Osasco começou a gerar impactos na organização das vagas de estacionamento em diversos bairros de Osasco e na região central da cidade. O contrato da Prefeitura com a Autoparque, empresa responsável pelo serviço, venceu em abril de 2026 e não foi renovado pela administração municipal.
Firmado em 2015, o contrato previa a operação do sistema de estacionamento rotativo em ruas de grande circulação, com limite de permanência de duas horas e cobrança por período utilizado. As tarifas variavam entre R$ 1,55 e R$ 6,20. Com o encerramento do vínculo, a cobrança foi suspensa e as vagas deixaram de ter fiscalização ou controle de tempo.
Com isso, na prática, muitos motoristas passaram a utilizar os espaços sem restrições, permanecendo por horas nas mesmas vagas. A situação reduziu a rotatividade e aumentou a dificuldade para quem precisa estacionar rapidamente em bairros com um comércio intenso.
Zona Azul: O que diz a Prefeitura de Osasco
O Jornal Giro procurou a Prefeitura de Osasco para questionar os motivos da não renovação do contrato com a Autoparque e quais medidas seriam adotadas para reorganizar o sistema de estacionamento rotativo, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.
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No entanto, em resposta enviada à TV Globo, a prefeitura informou que encaminhou à Câmara Municipal um Projeto de Lei para modernizar o sistema de estacionamento rotativo, incluindo mecanismos já utilizados em cidades do Rio Grande do Sul, como a possibilidade de regularização posterior por parte do motorista. No entanto, o texto foi retirado para nova análise e ainda não há prazo para reapresentação.
A administração também informou à emissora que ainda não existe um prazo para a retomada da Zona Azul nos bairros onde o sistema de estacionamento rotativo foi implantado.
*Com informações da SPTV 1ª Edição
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