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Rumo ao Japão: técnico do Barueri Vôlei fala sobre adversários do Brasil no pré-olímpico

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O técnico José Roberto Guimarães espera contar com força máxima para o pré-olímpico (Fernando Teramatsu/ Unilife Maringá)

José Roberto Guimarães dirige novamente a seleção no classificatório para a Olimpíada de Paris em 2024. Torneio será disputado em território japonês no mês de setembro

Na última semana foi realizado o sorteio dos grupos dos torneios pré-olímpicos masculino e feminino de voleibol, o primeiro e principal classificatório para a Olimpíada de Paris em 2024. Dirigida por José Roberto Guimarães, também técnico do Barueri, a Seleção Brasileira feminina caiu no Grupo B, com sede no Japão.

A competição será disputada entre 16 e 24 de setembro deste ano. Além das anfitriãs, as atuais vice-campeãs olímpicas também vão encarar Turquia, Bélgica, Bulgária, Porto Rico, Argentina e Peru. Todos se enfrentam em turno único e as duas primeiras colocadas se garantem em Paris. Japonesas e turcas são as principais adversárias da Seleção Brasileira. O treinador brasileiro falou sobre ambas em entrevista ao programa “Redação SporTV”.

“Vimos a dificuldade que foi ganhar do Japão no Mundial, perdendo de 2 a 0. Viramos para 3 a 2. Quase perdemos. Então o Japão sempre é um adversário difícil. O (técnico Masayoshi) Manabe mudou muito a seleção japonesa. A maneira de jogar se manteve, mas ele deu um pouquinho a mais de ‘champignon’, atacando mais bolas do fundo, e a defesa se manteve forte. É um grande adversário. Sabemos do potencial, e vamos ter várias oportunidades de jogar contra o Japão para saber como elas estão. A Turquia deve estar com a Vargas, que para mim, hoje, é uma das três melhores opostas do mundo juntamente com a Boskovic e a Egonu. Acho que ela está voando. Ela é um absurdo jogando. É uma seleção que vem fazendo bons jogos, boas apresentações. É um time difícil de ser batido”.

Seleção terá força máxima na Liga das Nações
Caso o Brasil não consiga a vaga em setembro, ainda vai poder ganhar umas das cinco vagas disponíveis pelo ranking mundial. Hoje, o Brasil figura na terceira posição entre as mulheres. Para manter o posto, José Roberto planeja ter força máxima na Liga das Nações, competição disputada entre maio e julho.

“O ranqueamento também faz parte da classificação olímpica. Vejo algumas pessoas comentando: ‘Poderia ter começado com outro time e botado outras jogadoras para atuar, podia perder’. Hoje não pode perder. Se perder, cai no ranking. Todo jogo vale, todo set vale. Então tem de tomar cuidado muito grande quando fala: ‘Poderia ter dado experiência para as mais jovens’. Eu gostaria muito de fazer isso, adoro jogadoras jovens. Mas não tem condições. Precisa tentar entrar com o melhor que você possa, porque o ranking é um dos quesitos também importantes para a classificação. As pessoas precisam entender isso. Temos a Liga das nações, que vamos usar como preparação, não como experiência. Vamos jogar para tentar ganhar a Liga, fazer o melhor campeonato possível, treinar forte”, disse o técnico.

O treinador espera contar com reforços na seleção: Ana Cristina, Diana e Júlia Bergmann. “Todos os técnicos vão tentar trazer suas melhores jogadoras, e o Brasil também. Tivemos três ausências que achei que foram importantes no Mundial. A Ana Cristina, a Júlia Bergmann e a Diana. São jogadoras que devem estar nas próximas convocações, e a gente espera que possam compor a seleção para melhorar nosso nível cada vez mais”, finalizou José Roberto.

*Com informações do portal “GE.com”.

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