O caminhão e a carga, avaliada em R$ 1,6 milhão, foram apreendidos e serão encaminhados ao Depósito da Receita Federal. Motorista preso em flagrante foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal
A Receita Federal apreendeu 225 mil maços de cigarro contrabandeados durante operação “Caminhos Espúrios”, ocorrida durante a manhã de terça-feira (28), na rodovia Castello Branco, em Barueri. A ação policial resultou na prisão de um homem suspeito. A mercadoria está avaliada em R$ 1,6 milhão.
Operação foi coordenada pelo Núcleo Operacional de Repressão ao Contrabando e Descaminho da 8ª Região Fiscal (Nurep08), em conjunto com a Polícia Militar Rodoviária de São Paulo. Por meio de investigações, as equipes conseguiram identificar o veículo suspeito que realizava o translado dos produtos e realizaram a abordagem.
O caminhão e a carga de cigarros contrabandeados foram apreendidos e serão encaminhados ao Depósito da Receita Federal em Araraquara, SP, para formalização do processo para aplicação da pena de perdimento — medida aplicada pela autoridade aduaneira ou fiscal para apreender mercadorias que violam as leis e regulamentos aplicáveis ao comércio. A Receita Federal também efetuará o lançamento de multa de R$ 2 por maço.
O motorista foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia da Polícia Federal.
#AReceitaFederalNãoPara |🚨 Receita Federal apreende 225 mil maços de cigarros contrabandeados na região de Barueri/SP.#PrejuízoaoCrime | 💸💸 O valor total da apreensão foi de aproximadamente R$ 1,6 milhão. pic.twitter.com/vnGu4zaTd4
— Receita Federal (@ReceitaFederal) March 1, 2023
Nos dois primeiros meses de 2023, segundo a Receita Federal, Nurep08 já apreendeu 1,75 milhão de maços de cigarro contrabandeados, 537 Kg de maconha e seis caminhões nas rodovias paulistas. O órgão estima o valor de R$ 15 milhões de prejuízo para o crime organizado.
“A atuação da Receita Federal no combate ao contrabando de cigarros visa à proteção da sociedade e da saúde das pessoas, além de impedir o enriquecimento e a estruturação das organizações criminosas”, afirmou a Receita Federal, em nota divulgada à imprensa.






