Lins ainda afirmou que todos os dias acontecem atendimentos e cirurgias na unidade. “São aproximadamente 35 médicos trabalhando, todos os dias cirurgias ortopédicas e gerais sendo realizadas, além dos exames e outros procedimentos”, explica revelando a quantidade de atendimentos diários. “A média de atendimento diário, sem contar as UPAs, é de 420 atendimentos por dia”, finaliza.
Apesar da ausência de manifestações médicos e do hospital estar funcionando, nas redes sociais, circulam vídeos e textos do presidente do sindicato dos médicos de São Paulo (Simesp), Eder Gatti, que garante que existe uma paralisação parcial e que existem médicos com salários atrasados.
Rompimento com OS
Nesta segunda-feira, 4, o prefeito Rogério Lins anunciou que não renovará o contrato com a organização social que administra o Hospital Municipal Antônio Giglio. O contrato com o Instituto Social Saúde Resgate à Vida terminaria em 6 de março e a Prefeitura manifestou interesse pelo rompimento da parceria. “Era algo que já estávamos pensando. Agora, vamos abrir uma nova licitação” disse explicando que transferiu o gabinete para o Hospital.
Rogério Lins disse ainda que técnicos da Prefeitura farão um levantamento sobre as condições do hospital para definir quais medidas serão tomadas e negou que exista uma movimentação de greve de médicos. “Houve uma conversa com os profissionais e o sindicato e ficou acordado que não existiriam manifestações ou greves e não existem salários atrasados”, disse.







