A inteligência artificial (IA) se consolidou como parte do cotidiano dos brasileiros. A tecnologia deixou de ser uma tendência do futuro e hoje auxilia na antecipação de escolhas, aquisições de produtos, tirar dúvidas complexas e contribuir em cirurgias. Essa área da ciência da computação vem ganhando cada vez mais espaço na área da educação.
De acordo com uma pesquisa do Google e da Ipsos, a terceira edição do estudo “Our Life With AI”, apontou que 79% dos adultos brasileiros conectados online consideram a Inteligência Artificial (IA) uma ferramenta de aprendizado e pesquisa.
Neste cenário, a escolha por uma graduação na área de tecnologia tem se consolidado como um passo estratégico, para aqueles que desejam construir uma carreira alinhada às demandas do mercado e às profissões do futuro.
Ciência de dados, automação, sistemas inteligentes, segurança da informação e desenvolvimento de software já fazem parte da rotina corporativa impulsionada pela inteligência artificial.
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Para quem deseja ingressar nesse mercado, graduações como Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Sistemas de Informação estão entre as mais recomendadas, sempre combinando base teórica consistente com formação prática voltada à rápida empregabilidade.
O peso da tecnologia no mercado de trabalho fica evidente na lista anual de cargos mais promissores para 2026 do LinkedIn: das 25 posições destacadas, mais da metade está diretamente ligada a tecnologia, engenharia, análise de dados ou uso intensivo de ferramentas digitais.
Cenário de remuneração Brasil


No setor de tecnologia, os brasileiros da área ganham, em média, US$ 67 mil anuais (Divulgação/Pexels)
No cenário de remuneração, o Brasil lidera a América Latina em salários para profissionais de tecnologia, engenheiros e cientistas de dados, segundo o relatório The State of Global Compensation 2025, da multinacional de recursos humanos Deel. Os brasileiros da área ganham, em média, US$ 67 mil anuais — valor superior ao registrado em países como México e Argentina.
“Escolher uma graduação em tecnologia é mais do que optar por um curso superior, é investir em um futuro profissional conectado às transformações do mercado. A Inteligência Artificial já está presente em diferentes setores, e quem se prepara desde a formação acadêmica amplia as oportunidades de atuação e crescimento. O mais importante é alinhar o perfil do aluno aos objetivos de carreira, buscando uma formação que una base técnica, prática e visão estratégica”, destaca Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, rede de ensino profissionalizante que integra o Grupo MoveEdu.
Python e análise de dados: linguagens fundamentais para trabalhar com IA


Grade curricular é parte fundamental na formação (Divulgação/Pexels)
Além da graduação, o executivo destaca que o desenvolvimento de competências técnicas, como lógica de programação, domínio de linguagens como Python, análise de dados e noções de machine learning, aliado a habilidades comportamentais, como pensamento crítico, criatividade e capacidade de resolução de problemas, é essencial para se destacar no mercado de trabalho do futuro.
A escolha do curso ideal deve considerar não apenas o conteúdo da grade curricular, mas também quais são os objetivos profissionais a serem conquistados e o suporte oferecido pela instituição de ensino.
“Com um mercado em constante evolução e crescente adoção de soluções baseadas em Inteligência Artificial, investir em educação tecnológica se torna um diferencial competitivo. Para jovens e profissionais em transição de carreira, a graduação em tecnologia pode ser o ponto de partida para atuar em um dos segmentos mais promissores da atualidade e participar ativamente da construção do futuro do trabalho”, finaliza Leonardo Andreoli.
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