O governo de São Paulo detalhou, nesta sexta-feira (24), o Protocolo de Escassez Hídrica, um conjunto de medidas preventivas para evitar uma nova crise de abastecimento no estado. O alerta foi acionado após o volume de chuvas dos últimos meses ficar abaixo das médias históricas para o período.
O protocolo estabelece ações graduais, determinadas com base no nível dos mananciais que abastecem as cidades. A Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsesp) criou um parâmetro técnico chamado “curva de contingência”, que compara a situação atual à registrada em 2021 — ano em que o estado enfrentou um período crítico de estiagem.
Atualmente, a Grande São Paulo se encontra na Faixa 3, o que implica redução da pressão da água entre 19h e 5h. O Sistema Integrado Municipal (SIM) opera com 28,7% do volume útil. Segundo o governo, não há, por enquanto, necessidade de adotar medidas mais restritivas.
O protocolo prevê sete níveis de atuação, que vão desde a normalidade até o rodízio no abastecimento:
- Faixa 0 (43,8% a 100%) – Situação de normalidade
- Faixa 1 (abaixo de 43,8%) – Modulação programada da pressão
- Faixa 2 (abaixo de 37,8%) – Redução da pressão por 8h à noite
- Faixa 3 (abaixo de 31,8%) – Redução da pressão por 10h à noite
- Faixa 4 (abaixo de 25,8%) – Redução da pressão por 12h à noite
- Faixa 5 (abaixo de 19,8%) – Redução da pressão por 14h à noite
- Faixa 6 (abaixo de 9,8%) – Redução da pressão por 16h à noite e uso de volume morto
- Faixa 7 (nível 0%) – Rodízio com alternância diária no abastecimento
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